Venta por que o vento cansa-se de ser sozinho e invisível, então, solitariamente, ele procura cabelos para esvoaçar, folhas para rodopiar, galhos para balançar, rostos para roçar...
E nessa dança incolor, ele vai tecendo seus beijos de amante e espalhando seu cheiro apoeirado por entre estradas e lágrimas ardentes!
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